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ANÁLISE DE STREET FIGHTER II' TURBO: HYPER FIGHTING

Street Fighter II' Turbo: Hyper Fighting
★★★
Tipo:Jogo
Ano:1992
Gênero:Luta
Produtora:Capcom
Formato:Arcade Board
Observações:--

Como Street Fighter II estava batendo recordes de vendas e filas nos fliperamas do mundo todo com as versões World Warrior e Champion Edition, hackers aproveitaram a onda e piratearam diversas vezes o jogo original inserindo mudanças bizarras, tipo Ryu e Ken soltando 500 hadoukens na tela, Zangief soltando Yoga Fire pelo pé e outras merdas. Assim como Tatsumaki Senpukyaku de Ryu e Ken em velocidade ultra-rápida, devastando tudo na tela.

Aí, percebendo esse tipo de coisa a Capcom lançou o segundo upgrade de World Warrior, menos de um ano depois de ter lançado Champion Edition. Alteraram a velocidade do jogo, deixando-o turbinado. O que deixou o jogo uma merda, pois é uma bosta se adaptar nos combates e soltar um shoryuken era como se esforçar pra peidar pela orelha.

No entanto, o grande legado dessa versão foi a inserção do Tatsumaki Senpukyaku aéreo, Kikouken da Chun Li e o Teleporte do Dhalsim. Isso permaneceu intacto até os jogos atuais e foram golpes que surgiram nessa versão de SFII.

Se eu não estou enganado, foi aí que adicionaram a cor "azul calcinha" ao quimono do Ryu. Na Champion Edition havia apenas as cores branca (original) e cinza.

Acredito também que outros personagens possam ter suas cores alteradas conforme o botão escolhido pra selecionar o personagem.

No mais, é meio dispensável hoje em dia, já que o Super Street e o Super Street Turbo são versões bem mais aprimoradas do SFII original.

Foi o último Street Fighter a usar a placa CPS1.



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