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ANÁLISE DE ALEX KIDD IN THE ENCHANTED CASTLE

ALEX KIDD IN THE ENCHANTED CASTLE

★★★
Tipo:Jogo
Ano:1989
Gênero:Plataforma
Produtora:SEGA
Formato:Cartucho
Observações:--
Reza a lenda que esse jogo é a continuação direta de Miracle World do Master System.

Parece ser mesmo uma continuação, principalmente pelos gráficos e sprites dos personagens a la I wanna have graphics like an 8 bits system even being an game of a 16 bit system.

Sério, bicho... que gráficos são esses? Pra um sistema de 16 bits, com hardware próximo aos Arcades da própria Sega, está péssimo. Parece um jogo de Master System. Pelo amor de Deus.

Os gráficos desse jogo nem se comparam a clássicos da empresa como Sonic the Hedgehog. Aliás, somente os trouxas do Baú de Fakes para blasfemarem a ponto de dizer que Alex Kidd é superior ao Sonic. Tanto que esse foi o primeiro e último jogo de Alex Kidd para o Mega Drive. Relevância do Alex Kidd no Mega é quase nula. Por outro lado, foi importante no Master System. Mas anos depois, foi engolido pelo Sonic.

A jogabilidade é um tanto estranha. Alex vence os inimigos na base do soco e do pulo, que à média altura se transforma numa voadora. Ele esculacha tudo que é tipo de bicho nesse jogo. É impressionante.Jogadores mais sensíveis ligaram para o IBAMA e para o Greenpeace para denunciar essa obra. Temos de tudo: aranhas enroladoras-de-cocô, um protótipo mal feito do Sonic, gaviões que voam numa só direção. Fuscas que tentam atropelar esse intrépido herói.

A história do jogo é belissima (até parece) , Alex Kidd deve viajar ao planeta Paperrock para resgatar o seu pai que supostamente teria sido sequestrado. Mas quem jogar até o fim vai perceber que o pai do herói é um troll filho da puta. Sim, SPOILEEI com gosto.

As fases são extremamente curtas e apresentam a possibilidade de um segundo caminho subterrâneo que vai se abrindo conforme Alex pula e aterrisa com sua voadora maravilhosa. São 11 fases, mas pegando os macetes, dá pra terminar o jogo em 20 minutos. Sim, a maior dificuldade que o jogador vai encontrar é na fase aquática, onde tem que controlar o Alex embaixo d'água e desferir socos para vencer os inimigos. Nada demais.

Tudo nesse jogo se baseia em jogar pedra-papel-tesoura. Sério. Até os chefes te desafiam dessa forma. Enjoado até não poder mais.

Além disso, Alex Kidd coleta dinheiro em forma de saco e moedas cada vez que estoura desses baús do qual o jogo é repleto. Alguns em outras cores liberam vidas e outros power-ups para o jogador.

Não poderia esquecer de falar que acessamos um inventário ao pausarmos o jogo onde encontramos alguns itens disponíveis como aquela moto já famosa do Miracle World, um helicóptero, anel que auxilia no soco e na derrota dos inimigos, entre outros itens maravilhosos e espetaculalzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz......

Veredito: Até uns anos atrás achava esse jogo RUIM PRA CARALHO!! Como é que pode , um jogo feito pela SEGA , com a intenção de ser um blockbuster, ter gráficos tão medíocres para um sistema de 16 bits? Por que não lançaram esse jogo pra Master System então, cacete? Com um jogo podre desses a Sega enterrou LITERALMENTE o Alex Kidd. Aposentou. Que eu lembre, depois desse jogo Alex só figurou como participação especial num desses jogos bocós da SEGA, onde reúnem um monte de personagem famoso da empresa pra celebrar algum jogo medíocre, sem nada de memorável.

Por outro lado, aumentei a nota desse jogo , pois ao vencê-lo percebi que o que compensa no jogo todo realmente é o maldito CASTELO ENCANTADO. Sim, é duro admitir. Você vai passar 10 minutos jogando 10 fases curtas e mais 10 jogando a última fase, que é a única que realmente compensa, com suas salas, soldadinhos de chumbos e segredos a se desvendar.

No final, por ser um jogo de plataforma que abusa demais dos clichês que já vimos em outros jogos (inclusive melhores e mais divertidos), acaba sendo um título dispensável, sem no entanto ser TOTALMENTE RUIM.



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