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ANÁLISE DE SUPER STREET FIGHTER II: THE NEW CHALLENGERS

Super Street Fighter II: The New Challengers
★★★★★
Tipo:Jogo
Ano:1993
Gênero:Luta
Produtora:Capcom
Formato:Arcade Board
Observações:--

Aí , sim, PORRAAAA!!!!

Uma atualização de respeito, que trouxe novas features, entre elas, quatro novos guerreiros acrescentados ao elenco clássico.

Só não ganhou o troféu GOLD pela cara de pau deslavada da Capcom em lançar updates anuais do mesmo jogo , enchendo o rabo de dinheiro em cima de fãs trouxas e viciados jogadores do mundo todo.

Foi o primeiro Street Fighter a usar a novíssima (na época) placa CPS-2, que , entre outras melhorias, adicionou ao som uma nova tecnologia 3d - a QSound - e as músicas consagradas ganharam novos arranjos mais sofisticados.

Talvez por conta de alguns fãs menos otários jogadores notarem que Ken não tinha muita expressão, senão à diferença da cor de seu quimono em relação ao protagonista Ryu, mudaram algumas características do personagem e agora, com a adição do novo locutor de rounds, reaproveitaram essa voz para regravarem todos os samplers de voz do Ken. O mesmo locutor também regravou os samplers das vozes do Guile e Sagat.

Ainda falando da parte sonora, foi acrescentado um efeito de Reverb, bastante notável na voz do locutor e quando o personagem é derrotado, geme com um certo efeito de eco e delay se repetindo, até cair no chão.

Além disso, Ken pronuncia o nome das magias e golpes especiais de forma mais rápida que Ryu. Jogada de mestre, porque é algo que se nota logo de cara. Sem contar que ganhou também um Shoryuken de fogo, e o seu Tatsumaki Senpukiaku , mesmo não sendo tão poderoso quanto o de Ryu (que derruba o adversário) , atinge o oponente várias vezes, de forma mais rápida.

Ryu também passou por transformações positivas: Seu hadouken ganhou uma nova arte gráfica - diferenciado do Hadouken clássico (ainda emitido por Ken) - e ganhou também um Hadouken de fogo. Algumas novas animações foram criadas e outras foram refeitas.

Uma das mais belas recriações em termo de animação foi o Kikouken da ChunLi. Modificaram a magia e ela ganhou um aspecto artístico mais bonito, com tons de clara de ovo e gema em seu interior. Mas o melhor é a forma como ela solta a magia. Impulsionando o corpo pra frente de forma que sua saia levanta, e nas versões caseiras, dá pra dar aquele pause para contemplar a bunda dela. Momento nostálgico de bronha que nos volta à mente. Que gostoso!

Ah! Não podia deixar de falar que agora o jogador tem à disposição uma gama muito maior de cores de personagem pra escolher. São 7 ou 8 cores diferentes , contando com a cor original (selecionável através do botão de soco fraco). Algumas opções são bacanas e outras extravagantes e cafonas pra caralho, como o Bison rosa. Agora tem uma versão vermelha pro Kimono do Ryu e uma branca pro Kimono do Ken - ou seja, é pra ninguém reclamar.

Todos os personagens ganharam uma tela adicional aos finais que permaneceram os mesmos, com exceção do final de ChunLi e dos 4 chefões, que deixaram de ter finais com imagens clonadas uma do final da outra (mudando só os textos) e passaram a mostrar o que ocorreu com cada um.

Agora há mais bônus de pontuação com "First Atack" e "Reversal Atack" e maneiras de ir pontuando "hits" conforme os seus combos em luta.

Alguns cenários sofreram mudanças radicais, como o de Ken, onde substituíram aquele barco caindo aos pedaços das edições anteriores por uma lancha moderna e transada. Alteraram novamente a paleta de cores dos cenários e os estágios de Sagat e ChunLi foram enriquecidos com efeito do por de sol em fim de tarde. No cenário do Sagat acrescentaram novas construções às já existentes nas versões anteriores (alguns templos tailandeses sempre apareceram ao fundo).

Além disso, acrescentaram uma modificação diferente no cenário do Vega. Agora a grade da taverna cai por trás dos combatentes enquanto o locutor anuncia o início do Round.

Adicionaram alguns golpes novos para um melhor equílibrio durante as partidas. Os rostos dos personagens foram todos redesenhados na tela de seleção. Também foi refeito o Hud e uma nova fonte usada para o display do nome dos jogadores. Substituíram o ícone da mão em V de vitória por uma estrela, representando a vitória de cada um.

Agora vamos falar dos quatro personagens adicionados nessa versão:

Temos aqui , Fei Long - um chinês inspirado no Bruce Lee, que possuí alguns golpes maneiros, entre eles uma espécie de shoryuken de fogo com a perna. T-Hawk, o índio grande e lerdo, jogabilidade estilo Zangief pra pior , Cammy uma das dolls de Bison, que perdeu a memória e não lembra do seu passado e Dee Jay, um jamaicano, que além de lutador é músico e fica gingando pra cá e pra lá com um sorrisão na boca a todo instante.

Não podia esquecer de citar também uma das mudanças mais notáveis , a nova introdução do jogo , Ryu de torso inteiro mandando uma bola de fogo na direção do jogador, substituindo os lutadores genéricos da abertura dos jogos anteriores. Sensacional!

Resumo da ópera: É talvez o melhor da série Street Fighter II. Vale a pena relembrar. Só não ganhou a nota máxima porque a cara de pau da empresa já estava muito explícita e o MSX GOLD não é conivente com a pilantragem alheia ;)



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